Versos Portuguese Raimundo António de Bulhão Pato Viii

Portuguese poem

Viii

by (1828–1912)

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Assim que o sol desponta no horisonte, Azo corre a indagar pelos que o cercam, E as derradeiras provas apparecem. As aias da princeza, largo tempo Conniventes no crime, revelaram Quanto havia de occulto nesse drama. Não tem que duvidar! Azo, escutando A longa historia de tão negro crime, Sente em ondas subir-lhe o sangue ás faces, Que de profunda cholera se inflammam.