Versos Portuguese Sílvio Romero Ah! Redondo Sinhá!

Portuguese poem

Ah! Redondo Sinhá!

by (1851–1914)

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Ah! redondo, sinhá, Senhora de meu favor. Estou cantando o meu redondo, Que me importa, meu amor?

Redondo, sinhá.

O cabelo desta velha, É caso de admirar, Um fio de seu cabelo Dá prima para tocar...

Redondo, sinhá.

Esta velha já mijou Lá detrás de uma gamboa; Inundou um campo inteiro, Alagou uma canoa...

Redondo, sinhá.

O dentinho desta velha, É caso de admirar, Toda uma junta de bois Não arredou do lugar...

Redondo, sinhá.