Portuguese poem
Branca-Flor
by Sílvio Romero (1851–1914)
Se fora na minha terra, Filha, te batizaria: O nome que eu te botava Rosa flor de Alexandria, Que assim se chamava Uma irmã que eu tinha, Que os mouros carregaram Desde bem pequenininha.
—Se tu visses essa irmã, Tu a conheceríeis? Que sinal me davas d'ela? "Um sinal de carne tinha, Em cima do peito trazia, Que ela assim se chamava Rosa flor de Alexandria.