Versos Portuguese Tomás Antônio Gonzaga XI (Adeus, cabana, adeus; adeus, ó gado)

Portuguese poem

XI (Adeus, cabana, adeus; adeus, ó gado)

by (1744–1810)

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Adeus, cabana, adeus; adeus, ó gado; Albina ingrata, adeus, em paz te deixo; Adeus, doce rabil; neste alto freixo Te fica, ao meu destino consagrado.

Se te for meu sucesso perguntado, não declares, rabil, de quem me queixo; não quero que se saiba vive Aleixo por causa de uma infame desterrado.

Se vires a pastor desconhecido, lhe dize então piedoso: - Ah! vai-te embora, atalha os danos, que outros têm sentido.

Habita nesta aldeia uma pastora, de rosto belo, coração fingido, umas vezes cruel, e as mais traidora.