Portuguese poem
Ii
by Visconde de Almeida Garrett João Batista da Silva Leitão de Almeida Garrett
‘Como eu queimo ésta alcachofa Em vossa fogueira benta, Amor queime a saudade Que no peito me rebenta.
‘Como arde esta alcachofa Na vossa fogueira benta, Assim arda a negra barba Do moiro que me atormenta.
‘Como ésta fogueira abrasa A minha alcachofa benta, Ao meu cavalleiro abrase A chamma de amor violenta.
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