Portuguese poem
*A Noute Do Noivado*
O primeiro conviva, em punho a taça, Ergueu-se lentamente, e com voz rouca, Bradou: Amigos! consenti que faça Uma saude á Morte--a velha louca!
A minha historia é triste e muito pouca! Eu como vós, sou filho da desgraça, Amei uma só vez. Que mimo e graça! Oh que pé andaluz! que olhar, que boca!
Na noute do noivado--ouvi, devassos! Beijei-a doudamente entre meus braços, E atirei-a no mar, tremula e nua!
Ninguem não mais a gosará um dia! Repousa ali a minha noiva fria, Guardada pelo olhar frio da lua!