Portuguese poem
*Aos Vencidos*
Quando é que emfim virá o claro dia, --O dia glorioso e suspirado!-- Que não corra mais sangue, esperdiçado Á luz do Sol que os mundos alumia?!--
Que os vencidos não vejam a agonia Do seu tecto de colmo incendiado, E se ouça retumbar o monte e o prado, Ao tropel da velloz cavallaria?!
Quando é que isto será?--Quando na vida, Virá ella, a doce hora promettida, Hora cheia d'amor, e desejada!...
Em que fataes Cains, fartos da guerra, Nosso sangue não beba mais a terra... --E nem mesmo a Justiça use d'Espada?!