Portuguese poem
A Eugenia
by Auta de Souza (1876–1901)
Madresilva entreaberta, lyra de ouro, Celeste beija-flôr; Minha camelia, meu sorriso louro, Amor de meu amor;
Guarda estes versos que só dizem magua E tristezas sem fim... Deixa-os no seio como a gotta d’agua No calix de um jasmim...