Portuguese poem
Agonia do coração
by Auta de Souza (1876–1901)
Passaros tremem no ninho santo Pedindo a graça do alvorecer... Emquanto eu parto desfeita em pranto... Aves! suspirem que eu vou morrer!
De lá do campo cheio de rosas Vem um perfume de entontecer... Meu Deus! que maguas tão dolorosas... Flores! fechai-vos, que eu vou morrer!»