Portuguese poem
A morte de Helena
by Auta de Souza (1876–1901)
E, quando despertou daquelle doce encanto, Conheceu que morria e, cheia de pavor, Supplicou a Jesus, por seu martyrio santo, Que a deixasse na terra ao pé de seu amor.
«Mas, sei que parto sempre» accrescentou chorando. «Mostrou-se-me da crença o doloroso véo... Minha mãe vem commigo, a noite vai chegando E eu talvez possa errar o caminho do Céo!»
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