Portuguese poem
O vizir
by Fagundes Varela (1841–1875)
— Não derribes meus cedros! murmurava O genio da floresta apparecendo Adiante de um vizir, senão eu juro Punir-te rijamente! E no emtanto O vizir derribou a santa selva! Alguns annos depois foi condemnado Ao cutelo do algoz. Quando encostava A cabeça febril no duro cepo, Recuou aterrado: — Eternos deuses! Este cepo é de cedro! E sobre a terra A cabeça rolou banhada em sangue!