Versos Portuguese Inácio José de Alvarenga Peixoto A Alléa

Portuguese poem

A Alléa

by (1742–1792)

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Não cedas, coração; pois n’esta empreza O brio só domina; o cego mando Do ingrato amor seguir não deves, quando Já não pódes amar sem vil baixeza:

Rompa-se o forte laço, que é fraqueza Ceder a amor, o brio deslustrando; Vença-te o brio pelo amor cortando, Que é honra, que é valor, que é fortaleza;

Foge de ver Alléa, mas se a vires, Porque não venhas outra vez a amal-a, Apaga o fogo, assim que o presentires;

E se inda assim o teu valor se abala, Não lh’o mostres o rosto; ah! não suspires! Calado geme, soffre, morre, estala!