Portuguese poem
Ii
N'essa hora de amor e de tristeza, Se acaso não amaste e acaso esperas Ver coroar-te a juvenil belleza Casto sonho das tuas primaveras; Não sentes escapar tua alma acesa Para voar ás lucidas espheras? Não sentes n'essa mágoa e n'esse enleio Vir morrer-te uma lagrima no seio?