Versos Portuguese Machado de Assis Sinhá

Portuguese poem

Sinhá

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O teu nome é como o oleo derramado.

Cantico dos Canticos.

Nem o perfume que expira A flôr, pela tarde amena, Nem a nota que suspira Canto de saudade e pena Nas brandas cordas da lyra; Nem o murmurio da veia Que abriu sulco pelo chão Entre margens de alva arêa, Onde se mira e recreia Rosa fechada em botão;

Nem o arrulho enternecido Das pombas, nem do arvoredo Esse amoroso arruido Quando escuta algum segredo Pela brisa repetido; Nem esta saudade pura Do canto do sabiá Escondido na espessura, Nada respira doçura Como o teu nome, Sinhá!