Portuguese poem
I
by Manuel Maria Barbosa du Bocage
Esse abysmo, esse Orco eterno Não é filho da razão; Os pavores da illusão É que pariram o inferno: Pelo sizo me governo, Que louco e falso o presume; Mas, se não creio esse lume, Nem esse invento maldicto, Por exp'riencia acredito O inferno do Ciume.