Versos Portuguese Manuel Maria Barbosa du Bocage +Soneto Iv.+

Portuguese poem

+Soneto Iv.+

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Caro a Fébo, a Filinto, a Lysia, á Fama, Na Lácia Fonte, e Argiva immerso Alfeno, Pelas Deosas Irmãas fadado Ismeno, Em que he Numen Razão, Verdade he flamma:

Canóro Melibêo, por quem derrama Invéja, e Glória o néctar, e o veneno; Filósofo Cantor, meu doce Oleno, Doce ao Sócio infeliz, que em ais te chama!

Elmiro, que de Sóphia o grão Thesoiro Revolves, possessôr, com mão suprema; E outros, que o Téjo honrais, o Vouga, o Doiro;

Dai-me que o Léthes sorvedor não tema: Por vós comprado ao Tempo em versos de oiro, Cysne talvez que sôe á hora extrema.

O Bacharel Domingos Maximiano Torres.

João Vicente Pimentel Maldonado.

Miguel Antonio de Barros.

Nuno Alvares Pereira Moniz.

José Agostinho de Macedo.

Hum dos que honrão o Doiro he Bento Henriques Soares, amigo do chorado João Baptista Junior (Author da nova Castro) amigo, como eu, daquelle, cuja memoria deve saudosamente viver em quanto o Engenho, e a Moral forem dotes de preço. O glorioso ao Vouga he Francisco Joaquim Ringre, que pelo sabor da Antiguidade, que ha nas suas Poesias, e pelo estro que as levanta, merece esta nota.