Versos Portuguese Alexandre Herculano XII (Doce era a voz do…)

Portuguese poem

XII (Doce era a voz do…)

by (1810–1877)

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Doce era a voz do velho: o som do Nablo Sonoro: o ceu sereno: clara a terra Pelo brando fulgor do astro da noite: E o propheta parou: erguidos tinha Os olhos para o ceu, onde buscava Um raio de esperança e de conforto: E elle calára já, e ainda os ecchos, Entre as minas sussurrando, ao longe Iam os sons levar de seus queixumes.