Portuguese poem
Que apoucado é meu prazer!
by Francisco Álvares de Nóbrega (1773–1806)
Que apoucado é meu prazer! Que penosa a minha lida! Todos se pagão da vida , Só eu quizera morrer. Tomára este nó romper Desfechando o fatal córte; Mas ai, só para que a Sorte De meu mal mais faça alarde, O meu fim para mais tarde Escreveu a feia morte.
II.
IV.