Versos Portuguese Francisco Álvares de Nóbrega Prelado Excelso, o Nobrega doente

Portuguese poem

Prelado Excelso, o Nobrega doente

by (1773–1806)

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Prelado Excelso, o Nobrega doente, Cá das margens do Tejo, onde o remistes, Vae , sôbre as azas de seus versos tristes, A beijar-vos humilde a mão clemente.

Inda se lembra da tenaz corrente, Que de seu rôto pé Sabio despistes, Quando em carcere abjecto em lucto o vistes Dos Paes, do Bemfeitor, da Patria ausente.

Só vós o fado meu vencer podestes, Só vós os agros dias me adoçastes, Do vosso antecessor mimos agrestes.

Conheça o Mundo o quão diverso andastes: Aquelle me espancou, vós me acolhestes; Aquelle me prendeu, vós me soltastes.