Portuguese poem
Alvíssaras, Funchal, da opressa frente
by Francisco Álvares de Nóbrega (1773–1806)
Alvíssaras, Funchal, da opressa frente Arranca enfim o ramo d’acipreste; As alvas roupas de alegria veste; As faces banha de prazer veemente!
O flagelo tenaz da humana gente, Mais terrível que fome, guerra e peste Por decreto fatal de Mão celeste A seu pesar te deixa em paz contente!
Era um «santo» Varão!... Viver devia Lá no calado horror das mudas selvas, Onde nem sequer visse a luz do dia;
Brutas feras tratar, manter-se em relvas, Esse aborto da torpe hipocrisia, O Bispo do Funchal, eleito d’Elvas.
Poema celebrando a partida do Bispo do Funchal, D. José da Costa Torres.