Poet
Francisco Álvares de Nóbrega
1773–1806
Portuguese
- Ah, Príncipe! E será, será possível
- Alvíssaras, Funchal, da opressa frente
- Cicero Funchalense, eu te saúdo
- Não lastimes, Baptista, a minha sorte
- Palinuro Sagrado, oh, como absorto
- Prelado Excelso, o Nobrega doente
- Príncepe Excelso, em lúgubre masmorra
- Que apoucado é meu prazer!
- Rimasglossed
- Sádías virações da madrugada
- Se d'entre as lidas do enredado foro
- Se lá de quando em quando, Águia do Sena
- Se me recordo, meu Camões divino
- Um mortal sem valia, um desgraçado