Versos Portuguese Paulo Setúbal O último verso

Portuguese poem

O último verso

by (1893–1937)

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E quanto pode a ingênua brejeirice Dum coração de moça, encantador: — A um gesto teu, sem que eu o pressentisse, Nasceu-me esta canção de sonhador, Como um botão que por acaso abrisse Numa roseira que não dá mais flor...