Portuguese poem
Calme de la mer
by Francisca Júlia (1871–1920)
Tranquillo, o mar não canta nem ondeia; O nauta, immerso n’outro mar de maguas, Os olhos tristes e humidos passeia Pela tranquilla quietação das aguas.
A onda que dorme quieta, não espuma; O austro que sonha placido, não canta; E em todo o vasto mar, em parte alguma, A mais pequena se levanta.