Poet
Ricardo Reis
1888–1935
Portuguese
- A flor que és, não a que dás, eu queroglossed
- Anjos ou deuses, sempre nós tivemosglossed
- Antes de Nósglossed
- Ao longe os montes têm neve ao solglossed
- Aos Deusesglossed
- As rosas amo dos jardins de Adónisglossed
- Como se cada beijoglossed
- Coroai-me de rosasglossed
- Cuidas, ínvio, que cumpres, apertandoglossed
- De novo traz as aparentes novasglossed
- Estás só. Ninguém o sabeglossed
- Este, seu scasso campo ora lavrandoglossed
- Feliz aquele a quem a vida grataglossed
- Frutos, dão-os as árvores que vivemglossed
- Melhor destino que o de conhecer-seglossed
- Mestre, são plácidasglossed
- Não a Ti, Cristo, odeio ou te não queroglossed
- Não consentem os deuses mais que a vidaglossed
- Não queiras, Lídia, edificar no spaçoglossed
- Não quero recordar nem conhecer-meglossed
- Não só quem nos odeia ou nos invejaglossed
- Não tenhas nada nas mãosglossed
- Ninguém, na vasta selva religiosaglossed
- O mar jaz; gemem em segredo os ventosglossed
- O ritmo antigo que há em pés descalçosglossed
- Olho os campos, Neeraglossed
- Pois que nada que dure, ou que, durandoglossed
- Ponho na altiva mente o fixo esforçoglossed
- Prazer, mas devagarglossed
- Quando, Lídia, vier o nosso outonoglossed
- Quão breve tempo é a mais longa vidaglossed
- Quer pouco: terás tudoglossed
- Quero ignorado, e calmoglossed
- Saudoso já deste verão que vejoglossed
- Segue o teu destinoglossed
- Seguro assento na coluna firmeglossed
- Só esta liberdade nos concedemglossed
- Temo, Lídia, o destino. Nada é certoglossed
- Tuas, não minhas, teço estas grinaldasglossed
- Vem sentar-te comigo, Lídia, à beira do rioglossed
- Vós que, crentes em Cristos e Mariasglossed
- Vossa formosa juventude ledaglossed