Poet
Luís Vaz de Camões
Portuguese
- Porque quereis, Senhora, que offereça
- Posto me tem fortuna em tal estado
- Qual tem a borboleta por costume
- Quando a suprema dor muito me aperta
- Quando cuido no tempo que, contente
- Quando da bella vista e doce riso
- Quando de minhas mágoas a comprida
- Quando o sol encoberto vai mostrando
- Quando os olhos emprégo no passado
- Quando se vir com água o fogo arder
- Quando vejo que meu destino ordena
- Quando, Senhora, quis Amor que amasse
- Quanta incerta esperança, quanto engano!
- Quantas vezes do fuso se esquecia
- Quanto tempo, olhos meus, com tal lamento
- Que doudo pensamento he o que sigo?
- Que esperais, esperança? Desespéro
- Que gritos são os que ouço? – De tristeza
- Que levas, cruel Morte? Hum claro dia
- Que me quereis perpétuas saudades?
- Que pode já fazer minha ventura
- Que poderei do mundo ja querer
- Que vençais no Oriente tantos Reis
- Quem diz que Amor he falso, ou enganoso
- Quem fosse acompanhando juntamente
- Quem jaz no grão sepulchro, que descreve
- Quem pode livre ser, gentil Senhora
- Quem pudéra julgar de vós, Senhora
- Quem quiser ver d' Amor ũa excelência
- Quem vê, Senhora, claro e manifesto
- Quem vos levou de mi, saudoso estado
- Quem, Senhora, presume de louvar-vos
- Razão é já que minha confiança
- Se a Fortuna inquieta e mal olhada
- Se a ninguém tratais com desamor
- Se algum'hora essa vista mais suave
- Se as penas com que Amor tão mal me trata
- Se com desprezos, Nympha, te parece
- Se como em tudo o mais fostes perfeita
- Se cuidasse que nesse peito isento
- Se da célebre Laura a formosura
- Se de vosso fermoso e lindo gesto
- Se despois de esperança tão perdida
- Se em mi, ó Alma, vive mais lembrança
- Se este meu pensamentoglossed
- Se lágrimas choradas de verdade
- Se os capitães antigos colocados
- Se pena por amar-vos se merece
- Se quando vos perdi, minha esperança
- Se somente hora alguma em vós piedade
- Se tanta pena tenho merecida
- Se tomo a minha pena em penitencia
- Seguia aquelle fogo, que o guiava
- Sempre a Razão vencida foi de Amor
- Sempre, cruel Senhora, receei
- Senhor João Lopes, o meu baixo estado
- Senhora já dest' alma, perdoai
- Senhora minha, se eu de vós ausente
- Sentindo-se alcançada a bella esposa
- Sete annos de pastor Jacob servia
- Sôbolos rios que vão
- Sôbre os rios do Reino escuro, quando
- Suspiros inflammados que cantais
- Sustenta meu viver ũa esperança
- Tanto de meu estado me acho incerto
- Tanto se forão, Nympha, costumando
- Todas as almas tristes se mostravam
- Todo o animal da calma repousava
- Tomava Daliana por vingança
- Tomei a triste penaglossed
- Tomou-me vossa vista soberana
- Tornae essa brancura á alva assucena
- Transforma-se o amador na cousa amada
- Vai-me gastando Amor e um pensamento
- Vão as serenas ágoas
- Vencido está de amor Meu pensamento
- Verdade, Amor, Razão, Merecimento
- Verdes são os campos
- Vós Nymphas da Gangetica espessura
- Vós outros, que buscais repouso certo
- Vós, que de olhos suaves e serenos
- Vós, que escuitais em Rimas derramado
- Vossos olhos, Senhora, que competem