Poet
Vicente de Carvalho
1866–1924
Portuguese
- A invenção do Diabo
- A ternura do mar
- A voz do sino
- Adormecida
- Arte de amar
- Cahir das folhas
- Canção
- Cantigas praianas:VIII-Do que sofro sem queixar-me
- Canto dos corsarios
- Carta a W. S
- Desilludida
- Dona Flor
- Fantazias do luar
- Folha solta
- Fragmento de uma carta
- Fujindo ao cativeiro
- Gélida
- Horas de amor
- I (Desanimado, entregas-te, sem norte)
- I (Dizer mal das mulheres e costume)
- I (Ouves acaso quando entardece)
- I (Só a leve esperança, em toda…)
- II ("Nem mesmo com uma flor...")
- II (É tão pouco o que desejo)
- II (Eu cantarei de amor tão fortemente)
- II (Não me culpeis a mim de…)
- II (Ofendi-te...E depois, vejo-te humildemente)
- III (Belas, airozas, palidas, altivas)
- III (Enganei-me supondo que, de altiva)
- III (Nem só o olhar dos olhos…)
- III (Vai, branca e fugidia)
- IV (Eu não espero o bem que…)
- IV (Gastei no amor vinte anos…)
- IV (Maria!... Nome tão doce)
- Madrugada pagã
- Menina e moça
- Never more
- No mar largo
- No Sahara
- O dia seguinte do amor
- Olhos verdes
- Palavras ao mar
- Pequenino morto
- Primavera
- Primeira sombra
- Saudade
- Serenata
- Sobre uma criança morta
- Sonho póstumo
- Spleen
- Sujestões do crepusculo
- Tróvas
- Tumulo de uma alma
- Ultima confidencia
- V ("Alma serena e casta, que eu…)
- V (Eu sou como aquela fonte)
- Versos a alguem
- VI (Sobe o sol? A noite desce)
- VI (Tu moça, eu quase velho... Entre…)
- VI (“Lembra!” diz-me o passado. “Eu sou…)
- VII (Tinha momentos amargos)
- VIII (Vida, que és o dia de…)
- Æternum Carmen